sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A MEDIDA DO PIPOQUEIRO - OFERTA MISSIONÁRIA.


“Dêem aos outros, e Deus dará a vocês. Ele será generoso, e as bênçãos que ele lhes dará serão tantas, que vocês não poderão segurá-las nas suas mãos. A mesma medida que vocês usarem para medir os outros Deus usará para medir vocês” (Lucas 6:38).

(Lucas 16:9) “Aos ricos deste mundo, ordena que rejeitam o orgulho e que não ponham suas esperanças na riqueza incerta, mas no Deus vivo, que nos dá todas as coisas em abundância. Ordena-lhes ainda que façam o bem e que se enriqueçam de boas obras, que sejam liberais e generosos, que ajuntem para si um sólido e verdadeiro tesouro, com o qual poderão adquirir a vida eterna! (1ª Tm 6:17-19). O Senhor tem em conta tudo o quanto nos foi dado, como se fora dado a Ele mesmo (Mt 25:40). Daí, aquela bela promessa: “ao Senhor empresta quem dá ao pobre” (Pv 19:17) E: “Aquele que semeia com generosidade também com generosidade colherá” (2ª Co 9:6). Porque tudo aquilo que usamos por caridade com nossos irmãos fica depositado nas mãos do Senhor. Ele que, com toda fidelidade, guarda o que se deposita em suas mãos, restituirá no futuro, com grande lucro, o que lhes tivemos confiados.” (João Calvino – Institutas – Tomo II. Livros III e IV. Edição Integral de 1559. Vol. II, pp. 288). Rev. Misael Ferreira de Oliveira


quarta-feira, 1 de junho de 2016




PERCEBO QUE É MUITO FÁCIL ESQUECER OS POBRES NO MEIO DE NOSSOS PRAZERES!

Embora nascido no seio de uma família americana de classe media alta, Simonton tinha uma consciência social notável para a época, mesmo ainda jovem. No inverno de 1854, ele ouviu uma senhora rica, bem “encapotada” (envolta em peles), sentada em num trenó, torcendo para que nevasse. Achou aquilo impróprio porque o rigoroso inverno daquele Ana estava trazendo neve e frio “PARA O PRAZER DOS RICOS E O DESPREZO DOS POBRES”. Então escreveu em seu diário: “PERCEBO QUE É MUITO FÁCIL ESQUECER OS POBRES NO MEIO DE NOSSOS PRAZERES!” (Ashbel Green Simonton – 1º missionário presbiteriano em solo brasileiro).

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA NA EVANGELIZAÇÃO E MISSÃO DA IGREJA
“Sem a Bíblia, a evangelização do mundo seria não apenas impossível, mas também inconcebível. A Bíblia impõe-nos a responsabilidade de evangelizar o mundo, dá-nos um evangelho a proclamar, diz-nos como fazê-lo e declara-se o poder de Deus para a salvação de cada crente. Além disso, é fato notável, na história passada e contemporânea, que o grau de compromisso da Igreja com a evangelização do mundo é proporcional ao grau de sua convicção da autoridade da Bíblia. Sempre que o cristão perde a confiança na Bíblia, seu zelo pela evangelização acaba se esvaindo. Inversamente, se ele estiver convencido acerca da Bíblia, estará também determinado a evangelizar” (John Stott).

SER MISSIONÁRIO!!!
Ser Missionário é ESCONDER AS LÁGRIMAS e limitações humana, para que ninguém perceba o seu sofrer, pois compete ao mesmo ser forte em todas as ocasiões, ainda que mortal e adstrito, tem o dever de entregar as suas emoções a Deus na certeza que algo favorável acontecerá, e tudo será apenas mais um testemunho para a edificação dos que precisam ser renovado na Palavra Divinal.Ser Missionário “É” – Negar a si mesmo e seguir os passos de Jesus Cristo. (Livro – Uma Fonte No Deserto – Presbítero Robson Colaço de Lucena).












sexta-feira, 4 de março de 2016

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A MÃO QUE AMPARA


























“No final de nossas vidas não seremos julgados pelos muitos diplomas que recebemos, por quanto dinheiro ganhamos ou por quantas grandes coisas realizamos. Seremos julgados pelo 'Eu tive fome e você Me deu de comer. Estava nu e você Me vestiu. Eu não tinha casa e você Me abrigou.” (Madre Teresa de Calcutá)"

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015


AGRADECIMENTO!!!
2ª viagem missionária para o sertão nordestino em 2015.
Sirvo-me do momento mui respeitosamente para desejar as mais ricas e copiosas bênçãos de Deus na mediação Sacrossanta de Jesus Cristo sobre a vida dos irmãos e família ao mesmo tempo para AGRADECER penhoradamente pelas orações, apreço, consideração, apóio missionário e ministerial. Faço minhas as palavras do apóstolo Paulo aos filipenses: “Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação” (Fp 4:14).
O Projeto Macedônia visita anualmente os lugares mais inóspitos e longínquos do sertão nordestino prestando assistência aos santos conforme Romanos 15:25-26 – e levando a Palavra de Deus sem restrição religiosa. Vossas orações e contribuições são compreendidas como instrumentos da Providência de Deus nesta nobre missão. Ao nosso Deus todo louvor, honra e glória! E aos irmãos o nosso muito obrigado!
“E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4:19).

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

“Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam com cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice”. (Charles Spurgeon).










DE VOLTA AOS CAMPOS ÁRIDOS DO SERTÃO NORDESTINO! JAN/2015. COM AS FORÇAS E A SEMENTE QUE O SENHOR NOS DISPONIBILIZOU, VOLTAMOS AOS CAMPOS E LANÇAMOS A BOA SEMENTE CUMPRINDO A SAGRADA ORDEM DO SENHOR JESUS! Mc 16:15.



quinta-feira, 13 de novembro de 2014



           Ricardo Gondim - com os meus acréscimos.
Chacais e colibris não se alimentam nas mesmas fontes. Ratos e leões não partilham da mesma lama. ‘Vira-lata’ não conhece ‘pedigree’. Nem todos os gatos são pardos; nem todos os sacerdotes pertencem à mesma laia. Ledo engano[1] é querer ‘se igualar...” É tentar mudar a pele do etíope (Jr 13:23). É querer que Chacais e Colibris se alimente nas mesmas fontes. Que ratos e leões partilhem do mesmo ‘manguezal’.  Mesmo que o céu pareça indiferente ao riso da hiena, mesmo que a lua empalideça com o vôo do abutre, o ímpio não subsistirá na congregação do justo (Sl 1:5).


[1] Ledo engano é um termo usado quando alguém cometeu um erro ou engano, geralmente de boa-fé, ou seja, quando a pessoa não tem a intenção de fazê-lo.  A palavra ledo vem do latim e significa risonho; alegre", portanto a expressão significa engano alegre. Geralmente utiliza-se a expressão ledo engano quando uma pessoa não tem consciência do engano, pensa estar acertando e fazendo algo para o bem... Segundo o dicionário Houaiss, ledo engano é aquele gerado sem malícia, de boa-fé...
Bastará uma breve aragem para eles se espalharem como a moinha no deserto. “Toda planta que meu Pai celeste não plantou será arrancada” (Mateus 15:13).  Israel e sua casta dominante feita de fariseus não é a vinha plantada por Deus, mas um matagal agreste.[1] Um ‘terreno assoreado’.[2] Só fica na casa de Deus quem é de Deus! Se for de Deus, resistirá. Se for do homem, ruirá.  As mal ensaiadas pantomimas e arengas eclesiásticas merecem ser expostas ao ridículo. Causa asco o sorriso manso e esfomeado dos apanagiados do templo. A lã que agasalha lobos mal disfarçados de ovelhas já cheira a mortalha. A sombra dos vampiros religiosos já se projeta na parede como um espectro demoníaco. Não tarda o dia para que os bufões, que não gaguejam suas verborragias, sejam desnudados em suas falácias. Não se ouvirá o tilintar dos cobres em seus gazofilácios. Antes que a obra de cada passe pelo fogo, alguém tem que clamar chega, basta! Que os escarnecedores saibam que seus disparates e estultícias chegaram aos ouvidos divinos. Sim, o Justo não tolera o mercadejamento da verdade, a banalização do sagrado e o aviltamento da ética. Que as massas se unam contra os cambistas que rastejam pelos corredores da cristandade. É preciso nascer novos Elias; alguém precisa ensinar o povo a gritar chega! É preciso rechaçar o conselho cauteloso dos apóstolos postiços antes que as pedras clamem por justiça. Que sumam os aproveitadores da credulidade de quem sofre. Que os anjos separem o joio do trigo e o Supremo pastor aparte as ovelhas dos bodes. E seja alardeado de cima do telhado, tudo o que foi praticado na surdina. Que venha o Dia da Vingança!



[1] Agreste (do latim: relativo ao campo, campestre, campesiano, capoeira, colono) designa uma área na Região Nordeste do Brasil de transição entre a Zona da Mata e o Sertão, que se estende por uma vasta área dos estados brasileiros da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Possui como características principais solos profundos (latossolos e argissolos), com relevo extremamente variável, associados a solos rasos (litossolos), solos relativamente férteis, vegetação variável com predominância de vegetação caducifólia (decídua - Na botânica, caducifólia, caduca ou decídua). É uma área sujeita a secas... O Brasil possui 4 pólos principais: Campina Grande (principal do Agreste Setentrional), Caruaru (principal do Agreste Central), Arapiraca (principal do Agreste Centro-Meridional) e Feira de Santana (principal do Agreste Meridional... Em resumo: é uma das vegetações mais feia e triste que os olhos podem contemplar...
[2] Assoreamento é o processo em que se observa no leito dos rios lagos acúmulo de detritos, lixo entulho e outros, no fundo dos rios e lagoas interferem na topografia de seus leitos impedindo-os de portar cada vez menos água, provocando seu transbordamento em épocas de grande quantidade de chuvas e tornados. O assoreamento cria ainda uma vegetação daninha que tira o oxigênio e impede o crescimento de qualquer outra vegetação nativa...

domingo, 27 de julho de 2014

A BÍBLIA COMO INSTRUMENTO DA MISSÃO DA IGREJA.

Parafraseando as palavras do poeta Castro Alves no que diz:

 


Oh! Bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe — que faz a palma,
É chuva — que faz o mar.

Parafraseando:

Oh! Bendito o que semeia
Bíblias... Bíblias à mão cheia...
E manda o povo ler e pensar!
A Bíblia caindo n'alma
É germe — que transforma a alma,
É Cristo — que transforma vida e leva para o céu!





SEM A BÍBLIA A EVANHELIZAÇÃO E MISSÃO DA IGREJA ESTÁ COMPROMETIDA.
SEM A BÍBLIA NÃO TEMOS NADA PARA OFERECER.


“Sem a Bíblia, a evangelização do mundo é impossível, pois sem ela não temos nenhum evangelho para levar às nações, nenhuma garantia para oferecer, nenhuma ideia de como fazer a tarefa e nenhuma esperança de sucesso. É a Bíblia que nos dá o mandato, a mensagem, o modelo e o poder de que precisamos para a evangelização do mundo”
O ponto de partida e o ponto de chegada em qualquer consciência missionária está no ‘Manual de Instrução’ de Deus, a Bíblia.


Sem a Bíblia, a evangelização do mundo seria não apenas impossível, mas também inconcebível. A Bíblia impõe-nos a responsabilidade de evangelizar o mundo, dá-nos um evangelho a proclamar, diz-nos como fazê-lo e declara-se o poder de Deus para a salvação de cada crente. Além disso, é fato, na história passada e contemporânea, que o grau de compromisso da Igreja com a evangelização do mundo é proporcional ao grau de sua convicção da autoridade da Bíblia. Sempre que o cristão perde a confiança na Bíblia, seu zelo pela evangelização acaba se esvaindo. Inversamente, se ele estiver convencido acerca da Bíblia, estará também determinado a evangelizar (John R.W. Stott R.W. Perspectivas no movimento cristão mundial. p. 19).
A bem da verdade, a Bíblia tem sido pouco utilizada nas atividades diárias e evangelísticas da igreja.

A ERA CRISTÃ ESTÁ PASSANDO!!!
APENAS LENÇOIS DE LINHOS E VISÕES DE ANJOS.


O desafio religioso de ontem requeria de nós que não perdêssemos de vista a transcendência da fé enquanto acentuávamos a dimensão da encarnação dessa mesma fé. O desafio religioso dos dias atuais requer que não se perca de vista o caráter absoluto da fé e a realidade convencional e ética do evangelho. Às vezes, no entanto, nos parece que esquecemos que esta é uma oportunidade ao mesmo tempo rica e perigosa. É preciso discernir que a ‘abertura’ para a religião não é sinônimo de ‘doxologia’ e sede do Deus da Bíblia. Que a busca da ‘experiência’ não nos leva, necessariamente, aos pés da Cruz. Que o encontro com a transcendência não quer dizer que ouve um encontro real com Cristo crucificado.
No texto de Lucas 24:13-35, os discípulos decepcionados fazem referência a um encontro que não aconteceu. Pois na busca pelo corpo de Cristo crucificado, dá-se um encontro com anjos, que anunciam que o Cristo já não está morto, mas vivo. Mas, como diz Lucas, “a ele não o viram”. O Evangelho de João fala dos lençóis de linhos (João 20:1ss)., que dão a pista mas não concretizam o encontro com o Cristo crucificado. Confesso que um dos temores que transita o meu coração, é que nestes tempos de sede e abertura religiosa (numerologia/ frenesi/politicagem...), a igreja não esteja levando as pessoas para além de um encontro com os ‘”lençóis de linhos”. Às vezes até está promovendo visões e “encontro com anjos”. Mas ao final desde caminho, é sempre difícil e trágico ter de concluir que “a ele não no viram”.
A fé cristã quer ir e vai além dos “lençóis de linhos” e das “visões de anjos”. A fé cristã nasce e culmina no encontro vivo com o Cristo ressurreto, que carrega nas mãos as marcas da crucificação. Nada mais nada menos do que isso. E se não chegarmos a este encontro com o Cristo da Cruz, e de Lucas 4:18-19, tudo o que temos é movimento religioso. Realidade virtual, frenesi religioso, com gosto falso de experiência cristã. Experiência essa, onde os templos continuam com sua lotação máxima, mas o mundo continua se desintegrando em sua putrefação e decomposição moral e social.
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Rev. Misael Ferreira de Oliveira. Trabalho apresentado ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (CPAJ) como parte dos requisitos da Estrutura Curricular do curso: Mestrado em Divindade - Magister Divinitatis (M.Div) com ênfase em Plantação de Igreja e Missões Urbanas. p. 08